Um pouco a meu respeito...

Minha foto
Cidade: Qualquer uma..., Região: O Mundo...
Hoje me sinto vivo.Parece até que voltei a ser aquela pessoa... Lembra? Aquele menino gentil, disposto,esperto e imperativo, que por um golpe, fatal, do destino, esteve morto... Mas a um bom tempo, sinto que este, esta renascendo nesse corpo, que a esmo vaga pelo espaço a procura de uma imagem amorfa aqual possa dar forma. Faço força para manter essa nova imagem semelhante a antiga,porém não igual, pois esse ser a esmo foi muito ferido!Algumas feridas cicatrizaram, outras estão em processo,..Poucas são tão recentes, que ainda me doem diariamente... Felizmente todas essas feridas provocaram mudanças, boas e também "ruins"... Mas espero que esta imagem que surge, semelhante aquela antiga,Lembra? Possa ser tão bela, como ela. Pois acredito que todas essas, dolorosas, etapas hoje, não serviram para nada além, de fortalecer e aumentar a minha tolerância as mesma! Então, se você lembra daquela pessoa; acrescente: malícia, destreza, visão, respeito e dez vezes mais força! Isso não significa que eu não vá mais cair, porém o destino é escrito por nós e revisado pelo “patrão”. Mas, certamente me levanto no mesmo momento da queda e volto a lutar com todas as minhas forças.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Suplica!




O tempo cura tudo...
Aos nossos ouvidos até parece canção!
Quantas vezes já ouvi a proclamação...
Dessa fajuta afirmativa!
Esta, só se usa quando se trata de dor física...
Agora quanto às emocionais...
Os que a proclamam são irracionais!
Pois neste fevereiro, três anos se completam
Em alguns momentos o meu coração
Continua com dor latente e cicatrizes...
Que se reabrem quando eu menos espero!
O tempo cura tudo...
Mas eu ainda acredito que teu corpo
Venha me aquecer no próximo inverno...


Marcelo Soares Júnior 17 de Dezembro de 2010.

Vaga Lembrança.

Às vezes paro e me recordo...
De um ciclo de vida...
Ao qual vivi há algum tempo!
Penso...
Foi belo... Simplesmente belo!
Repleto de bons amigos...
Com direito a ótimos encontros!
Recheados com belos acampamentos...
Um grupo que se fez de muitos!
Alguns de Natureza...
Outros que se naturalizaram!
Nas jantas muitas alegrias...
Comunhão e satisfação!
Um grupo bastante agitado...
Cada um em uma sintonia...
Pois isso até o nome dizia!
Isso nos fazia um grupo que se entendia...
Um grupo de amigos, caros assíncronos!
Que de amizade se fazia...
Brotando do chão, vindo como vida!


Marcelo Soares Júnior, 20 de Dezembro de 2010.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Por quê?




Porque ma chamas?
Se não me olhas...
Porque me pedes?
Se não me queres...
Porque me amas?
Se só me enganas...
Porque não me libertas?
Se te falta coragem...
Porque não me permiti esquecer?
Perdoe-me, mas essa não posso responder!





Marcelo Soares Júnior, 05 de Maio de 2009.


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Antigo amor.



O que queres?
Se já não mais te chamo ou procuro...
Há dias, meses ou até mesmo anos!
Por quê? Voltas a minha procura...
Se hoje já prefiro não ir mais a tua!
Hó intermitente, doido delinqüente!
Sai já, suma agora...
Não me perturbes neste vão momento
Pois tenho plena consciência, de que te encontrarei...
Em outra esquina qualquer da vida.


Marcelo Soares Júnior, 17 de dezembro de 2010.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Anjo amedrontado







Sou a morte dos que vivem!
Sou o câncer dos enfermos!
Onde há alegrias, eu trago dores...
Onde há louvores, louvo com "mais fé"
Sou aqueles que todos temem...
Porque? hás nem mesmo sabem...
Hó, céus, que "demônio" sois eu?






Marcelo Soares Júnior, novembro de 2010.

domingo, 28 de novembro de 2010

O amor bate a porta


Toc - Toc...
Quem é?
Sou eu!
Não reconheces  a voz do amor...
Do teu amor!
Me desculpe, mas já esqueci!
Agora amo somente por horas!
Mas sempre que possível...
Eu reabro nossa velha "Caixa de Pandora"




Marcelo Soares Júnior, Novembro de 2010.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sou Poeta, Filho da Luz...

Hoje, me Sinto um Deus...
Um Deus sem Religião!
Feito de Crença e Fé, pôr Parte da Grande Nação!
Sei que, Poucos me Têm... Grandes no Coração!
Feitos de Pouca Fé, Muita Crença e Religião!
Eu sou o Jovem Guerreiro...
Representante de Minha Nação...
Feita de Guerreiros, Árduos – Poetas!
Com Crença e Religião...
Eu Sei, Muito bem Quem É!
E Poucos Podem me Derrubar, Sou Hás Filho do Homem...
Sou Elfo, Filho da Luz, do Saber, e do Ser...
Que Sempre das Cinzas, Daqueles Que...
Com Força, do Proveniente, Grande Saber...
Criam Identidades, Antes Amorfas...
Agora Com Imagens a Perecer!
Eu sou Filho da Terra.., do Ar...
Da Água.., da Luz...
Aquele Hás.., Ou... Aquele que Voz Conduz! 
Sou o Jovem Guerreiro, Bendito Por Deus...
Jovem Jesus... Que Por Alguns de Nós!
E Por Ele Próprio...
Vêm, Carregando a Cruz!




Marcelo Soares Júnior, Novembro de 2010.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Você!!!

Você é Como uma Chuva...
Leve, Fina...
De Pétalas de Rosas...
Brancas!
Quem em Pleno Inverno
Caem dos Céus, Irradiando...
Diariamente... O Meu
Tão Confuso Ser...
Toda Vez Que, em Ti, Penso...
Sinto-me Amante!
Um Amante bem Amado...
Um Amante Eloquente...
Aventureiro, Aventurado!
Pois Sei a Cada Instante...
Que Tu és Minha Vida!
Minha “aventura” Errante!
Sim Tu, Minha Vitória...
Sempre... Prevalecerá!
E Contigo, Derramando – me em Teu Peito...
Teu Ventre, Teu Íntimo!
Ei, de Perecer...
Sim, Pois tu És Há Razão do Meu Ser!
Que Há Cada dia, a mim...
Ensina Algo,  Há Respeito do Viver...





Marcelo Soares Júnior,  18 de novembro de 2010.

A crença da manipulação?





Palavras, palavras


Escurraçadas, gritadas,
Carinhosas, ameaçadoras
Devotas, cristãs
Com crenças, com fé...
Porem nem mesmo essas de beleza tanta!
A todos engana...
Mas aos quatro cantos se emana!
Pura ficção, conto e mera ilusão!
O povo as repete
Por quê? 
Para crer!
Em que? 
Hás, nem mesmo sabem
Porque para crer,
Não é necessário ler a transcrição...
Pois os livros mostram nos cenários
Lindos do nosso imaginário!
Personagens, às vezes reais...
Que por terceiros são modelados, maquiados, manipulados!
Que torna a história, outrora real
Pura ficção, alusiva
Completa, conclusiva
Histórias de vidas, vividas...
Belas, coagidas, por alguns, facilmente digeridas!



Marcelo Soares Júnior,  18 de novembro

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