Leve, Fina...
De Pétalas de Rosas...
Brancas!
Quem em Pleno Inverno
Caem dos Céus, Irradiando...
Diariamente... O Meu
Tão Confuso Ser...
Toda Vez Que, em Ti, Penso...
Sinto-me Amante!
Um Amante bem Amado...
Um Amante Eloquente...
Aventureiro, Aventurado!
Pois Sei a Cada Instante...
Que Tu és Minha Vida!
Minha “aventura” Errante!
Sim Tu, Minha Vitória...
Sempre... Prevalecerá!
E Contigo, Derramando – me em Teu Peito...
Teu Ventre, Teu Íntimo!
Ei, de Perecer...
Sim, Pois tu És Há Razão do Meu Ser!
Que Há Cada dia, a mim...
Ensina Algo, Há Respeito do Viver...
Ensina Algo, Há Respeito do Viver...
Marcelo Soares Júnior, 18 de novembro de 2010.


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