Se hoje me perguntarem do amor que tenho
Novamente terei uma nova história...Aquele, ao qual eu temia!
Que sempre, a certa altura, trazia...
Em sua companhia dor, angustia e sofrimento...
Agora se tornou doce como mel...
Amigos de belos afagos...
Não desgosto, os outros amores que tive
E a mim tiveram...
Somente sendo grato ao que me deram!
Mas me agrado a este novo, que assim como outros...
Mostrou-se ser sincero!
Um novo amor modelado, por aqueles de época...
Ao qual também já pertenceu!
Agora de forma diferente, louca, inconseqüente...
Mais uma vez unimos nossos seres...
Doce, amada, querida e desejada amiga! Marcelo Soares Júnior, Dezembro de 2010.


Nenhum comentário:
Postar um comentário