Parado, finalmente parado
Parece tolice!
Mas ele, que pensei...
Talvez até seguir – me pela velhice
Abandona – me!
De modo que já não me afeta
Ou mesmo me atinge...
Ele de forte timbre!
Finalmente desistiu
Ao mesmo tempo que eu, de uma luta
Insana, desumana!
A qual jamais haveria, de fato, um vencedor.
Marcelo Soares Júnior, Janeiro de 2011.


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