
Sou o vento que sopra...
Vem de longe manso!
Se alastra, com o tempo vira ciclone...
Arrasa, destrói, avassala!
Então me torno vento norte
Carregando comigo, espírito forte...
Da bela amiga, que confia, agrada...
Acolhe em seu manto, forte da morte!
Então viro brisa leve...
Viajo pelo mundo em busca de sorte...
E na escura noite, corro com medo!
Vendo - me forte caido!
"Banido da vida" em meu leito de morte...
Marcelo Soares Júnior, 27 de Maio de 2011.






