Hoje me sinto feliz por completo, pois tenho junto de mim tudo que tive outrora, acompanhado de muita experiência. Sei que vou continuar pecando pois tenho comigo, entranhado em meu ser o desejo maciço da carne.
Continuo vivendo com ênfase e entusiasmo todos os amores que tive agora direcionados á um único, meu próprio, o que me arremete a todos os outros que posso ter .
Sinto-me digno da vida que tenho, esperando para mim somente o que é meu, até mesmo os erros pois sempre aprendi bem mais com eles do que com os próprios acertos, pois errar não é nada mais do que tentar acertar, tornando assim o acerto cada vez mais próximo da perfeição. Sendo estes pensados , modelados, figurados por erros.
Hoje já não sinto mais a falta de meu último grande amor, o que sinto, nos momentos em que me recordo, são apenas saudades não só o de meu amor como de todos os que completaram com amizade nossos momentos. Agora tenho plena certeza que tu tenhas te tornado realmente um amor daqueles de época, como já o descrevi em um de meus poemas que mais parece um retrato antigo, como todos os outros que já escrevi. Quando releio cada um deles, como também vou reler esta “ Carta ao Amor”, o que sinto é o mesmo que senti quando-o foi escrito. São sentimentos belos, congelados em forma de poesia como antes eu disse: sinto-me olhando um retrato antigo de imagens feitas por emoções.
Escrevo-te esta carta em forma de agradecimentos, porque hoje posso dizer que aprendi a amar, com os erros. Pois amo todas as pessoas que pela minha vida passaram, mesmo que estas eu não veja mais, porque o amor , aquele verdadeiro consiste em nada menos do que amar libertando sem aprisionamentos. Estando agora de coração aberto para aceitar este amor ao qual me arremesso, pois a anos me aguardava nesse lugar do qual te escrevo, repleto de belezas, de natureza onde hoje consigo repousar. Além de te agradecer , agradeço também á todos os meus caros amigos. E a ti amor, que chega agora lhe digo: Sim, eu te amo e tu sabes disso !
Marcelo Soares Júnior , 25 de abril de 2011.



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